A inovação é o seu Cromossoma mais dominante.
“O objetivo é que o evento seja a notícia de abertura do telejornal, gerando milhões em publicidade gratuita.”
Sempre implementou ideias disruptivas, fora da caixa, surpreendentes, mas, exequíveis.
Com a introdução, e logo em grande escala, do Bungee Jumping em Portugal, adquire as licenças de utilização de equipamentos de desportos mais radicais e cria um circuito ibérico de parques de desporto radical a que se associaram as autarquias e marcas do setor, e forma fatores de desenvolvimento e de atração para os mais jovens.
Trouxe a neve real para iniciativas onde não neva nem há atividades relacionadas.
As primeiras iniciativas de SnowBoard (taças do Mundo) em cidades litorais, no interior ou nas areias da costa.
Rampas de neve associadas a grandes marcas, nas cidades mais quentes possíveis, como Vigo, Porto, Lisboa, Rio de Janeiro ou São Paulo.
Fez mesmo um roadshow com experiências de neve para os aderentes a marcas comerciais.
Em cada evento de neve real, transportou das mais próximas industrias de gases, centenas de camiões lotados dos gases necessários à produção e conservação de neve.
Adquiriu formatos de equipamentos habitualmente usados em eventos, para os formatar e adaptar às suas ideias e necessidades, criando novos mercados relacionados com o seu universo de intervenção.
Grandes tendas insufláveis e climatizadas, pequenas unidades modeladas para diversas aplicações.
Trouxe aos eventos o Balonismo.
Fez curso de pilotagem (necessário de renovar todos os anos)
Criou a primeira travessia de um país em Balões de Ar quente, atraindo os melhores pilotos de todo o mundo, alguns deles já agraciados nos seus países ou com records notáveis, como a travessia do atlântico, ou a navegação de balão em cadeira, ou sem nada, opondo aos conservadores cestos.
Levou marcas em ascendente a usar os balões de ar quente como verdadeiros outdoors, produzindo e inovando na decoração ou no formato dos próprios balões.
Em terra permitiu aos consumidores o contato com este novo mundo em sessões de voo preso e de grandes exibições de luz e cor.
Na execução dos seus guiões para os grandiosos eventos que realizou, introduziu processos de engenharia incomuns neste setor de atividade, para permitir dimensão e agilidade na sua utilização em palcos tão diversos como grandes arenas, estádios desportivos e mesmo em ambiente urbano.
Introduz na dimensão das suas inovadoras apresentações tecnologias até então desconhecidas, como fez em 2000 na primeira grande projeção de Vídeo Mapping nas muralhas do Castelo de Ourém, em Portugal, ou ecrãs gigantes de água ou areia, ou trazendo as mais recentes tecnologias de desenho em 3D para facilitar apresentar as suas ideias da forma mais real possível, ou para ceder aos órgãos de comunicação social para sua divulgação.
Telas gigantes com mobilidade que permitiu a sua utilização em palcos incomuns, como o caso em 2010 em Angola durante o CAN2010.
A votação nas novas sete maravilhas do mundo, que usou meios massivos como as SMS, o voto telefónico, comuns na altura, usou a nível global a ainda frágil internet para uma votação intensa e feita a partir de todos os locais do mundo com mais de 900 milhões de votos de 2000 a 2007, sendo considerada a maior sondagem global da história até ao momento.
A votação movimentou o turismo e a economia dos locais, gerando bilhões em valor promocional e econômico, segundo a fundação N7Wonders de que faz parte.
A produção do FINCO, para a Sonae, até 2015, o evento sobre a internet o mundo digital e a emergente definição do cidadão digital, contribuiu para que o governo Português se deslocasse a Dublin para atrair para Portugal o webSummit, o que aconteceu substituindo qualquer outro evento digital realizado no país.