A partir da cidade do Porto, rapidamente foi chamado, essencialmente por governos ou instituições globais, como a UEFA ou FIFA, para pensar e redimensionar eventos e atividades que permitissem a sua evolução ou o seu desenvolvimento.
Portugal ganha a realização do Euro 2004 depois de Paulo de Sousa Pereira ter organizado o Maior Logotipo Humano, para essa candidatura. Quer o primeiro ministro, quer outros governantes e opositores, agradeceram-lhe publicamente essa sua criação.
Era primeiro ministro de então o atual secretário geral das Nações Unidas, António Guterres.
Marrocos pede-lhe, por duas vezes, que intervenha nas suas candidaturas à realização do Campeonato do Mundo de Futebol, e ainda como consultor das candidaturas e execução do Campeonato das Nações Africanas.
É Angola quem consegue com a sua intervenção realizar a edição do CAN em 2010.
Depois disso já foi convidado a integrar a comissão de gestão do CAN por exemplo na Guiné Equatorial.
A primeira edição dos jogos olímpicos de inverno da juventude em Innsbruck, Áustria, teve as cerimónias oficiais garantidas pelo seu gabinete criativo.
Vencedor do concurso internacional para a concepção da tocha olímpica dos jogos olímpicos da Lusofonia, acaba por ser convidado a desenhar algumas das suas edições em países dos PALOPs, como São Tomé em Príncipe, Guiné Bissau, Cabo Verde, Timor, Angola, Moçambique, Brasil e Portugal.
A sua deslocação para Londres a solicitação de alguns dos maiores produtores de eventos europeus, permitiu criar para o Carnaval de Inverno de Notting Hill, ancestral e de grande dimensão. Mas foi a incrível ideia de criar um novo desporto da mais alta competição automóvel, o Grand Prix A1, que o fez manter-se mais tempo envolvido em Londres até ser consultado no âmbito dos jogos olímpicos de Londres.
O A1 depositou nos pilotos todo o foco da competição, correndo em veículos iguais em diversos circuitos ao longo do globo.
Paulo de Sousa Pereira aceitou ainda pensar em cada uma das edições e dos circuitos, no sentido de os promover globalmente, e de realizar pequenos eventos nos países onde ocorreram as provas.
É na Suíça que recebe, talvez, o maior desafio da sua carreira.
As Novas Sete Maravilhas do Mundo.
Mais de nove meses a desenhar cronologicamente a operação que viria a envolver todo o mundo e a superar-se batendo diversos recordes.
Criou um modelo global de candidaturas, votação e declaração que desmontou em várias outras edições, como as de Portugal, da gastronomia, da sustentabilidade e muitas outras.
Em plena comemoração do sucesso da iniciativa, acaba vendendo o conceitos e as edições pensadas ao publicitário português Luís Segadães que lhes deu continuidade até há pouco tempo.